Batwoman (2017) Edição 05-06

Trazendo estás duas edições de Batwoman (2017) a edição 05 e 06 estão ótimas as historias... não vou ficar fazendo textão porque realmente vem muita postagem hoje de coisas que estavam extremamente atrasadas e muitas novidades e peço desculpas por isso
05 Baixar/Leitura Online
06 Baixar/Leitura Online

A Morte do Gavião Negro (2016) Edição06

Trazendo com muita tristeza o final de uma incrível saga para vocês.... A Morte do Gavião Negro (2016) Edição06 espero que gostem e leiam!! Não tem como eu fazer um texto para descrever o final desta saga e sim quem leu ela todinha sabe como ela é.... sem palavras!! vai deixar saudades!!
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Supergirl (2016) Ediçã07-08 HQ

Bom trazendo duas incríveis edições de Supergirl (2016) HQ a 07 e 08 estão muito boas, por sinais, avisando que ainda teremos postagens, ainda teremos mais coisas, sim estou trabalhando a todo vapor!! A net ta cooperando, então vamos nesse avião e curtindo as postagens lendo e comentando... por falar nisso já curtiram a nossa pagina no facebook? https://www.facebook.com/WinxClubMagazinesBReVariedades/
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Scooby Apocalipse (2016) Edição09

Estão pronto para mais está aventura? Scooby Apocalipse (2016) edição 09 que por sinal está muito bom!! Espero que gostem, trazendo com muito carinho.... Já seguiram nossa pagina no facebook? para ficarem mais atualizados e lá fica mais facil de responder os pedidos https://www.facebook.com/WinxClubMagazinesBReVariedades/ é atualizada diariamente, vamos lá as postagens!!
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Super Filhos (2017) Edição 06 e 07

Trazendo com atrasos estás duas edições espero que gostem, hoje teremos diversas novidades, incluindo elas, novas edições e tão esperada edição de Power Ranger... vou tentar adiantar o máximo para ela não demorar muito de vir, logo notaram que na pagina dele vai mudar a capa!!
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Resenha: Minha Quase Ex | Leny Sousa


Título: Minha Quase Ex
Autor(a): Leny Sousa
Páginas: 123
Classificação: 
Editora: Sonho de livro
Sinopse: “Depois de três anos de casamento,o rico e bem sucedido empresário Daniel Cross decide se separar de Melanie Dwitt, uma mulher teimosa, mandona e respondona. Vendo que seu casamento ia por água a baixo, Daniel quer pôr um fim nele, mas Melanie é contra a separação e, para convencer o marido ela usará as mais belas armas para seduzi-lo, começando por usar fantasias chegando a saltar um muro para pedir desculpas por seus atos. Será que este casamento realmente chegará ao fim? Quem acabará indo atrás de quem nessa história? "


                                              Resenha
Bom, após três anos de casamento nosso querido casal Melanie e Daniel entram em uma crise e Daniel decide que é hora de se separar de sua esposa. Melanie é bem maluquinha e faz de tudo para melhorar o casamento mas – coitadinha – nada do que ela faz da certo.

Inicialmente – primeiro capítulo – Daniel se mostra cansado de ter que dividir a cama com Mel porque a protagonista sempre se mexe a noite, causando um desconforto no marido. Achei os motivos dele pouco plausíveis para que ocorra um divórcio, mas o que eu poderia fazer?! Só me restou ler até o final e descobrir o que as personagens aprontariam.
Quando Daniel leva um banho de água fria e acorda para a vida, percebe que vai realmente perder Melanie  a história fica ainda mais fofa ( ❤ ), o protagonista vai fazer de tudo para reconquistar a mulher que ele ainda ama. Mas ela, é claro, vai fazer ele sofrer um pouquinho.
E, no final, nós somos surpreendidos por Daniel e nos emocionamos muito junto de Melanie. Não posso deixar de falar de uma personagem secundária que ajudou muito o romance das personagens acontecer e que esteve sempre lá para consolar Mel em seus planos falidos, Shelly é a melhor amiga de Melanie e ganhou um espacinho no meu coração por tudo o que ela fez na história.
Minha Quase Ex é um romance leve, cheio de drama  e humor que me conquistou logo de cara. E algo que eu não posso me esquecer de citar é que a autora trabalhou um romance após o casamento, algo que eu não acho para ler por aí facilmente. Se você gosta de livros assim, tenho certeza que vai se apaixonar pela história.
— Você sente muito? — Perguntou ela indiferente, mas eu podia ver as lágrimas se formando em seus olhos, quando não respondi ela continuou. — Como você sente muito Daniel? Você não faz nada para o que temos dar certo e quando eu faço, eu sou a louca de nós dois.

Resenha: Aristóteles e Dante descobrem os segredos do Universo | Benjamin Alire Saénz


Título: Aristóteles e Dante descobrem os segredos do universo
Autor:  Benjamin Alire Saénz
Editora: Seguinte
Número de páginas: 392
Classificação: 
Sinopse: Dante sabe nadar. Ari não. Dante é articulado e confiante. Ari tem dificuldade com as palavras e duvida de si mesmo. Dante é apaixonado por poesia e arte. Ari se perde em pensamentos sobre seu irmão mais velho, que está na prisão.

Um garoto como Dante, com um jeito tão único de ver o mundo, deveria ser a última pessoa capaz de romper as barreiras que Ari construiu em volta de si. Mas quando os dois se conhecem, logo surge uma forte ligação. Eles compartilham livros, pensamentos, sonhos, risadas - e começam a redefinir seus próprios mundos. Assim, descobrem que o amor e a amizade talvez sejam a chave para desvendar os segredos do Universo.



                                                – Resenha –


“Fiquei pensando que poemas são como pessoas. Algumas pessoas você entende de primeira. Outras você simplesmente não entende… e nunca entenderá.”
Eu acho que livros adolescentes podem ser separados em dois grandes grupos: o que você lê quando é adolescente (e aí pra ler depois disso você precisa lembrar de como você era e ler nessa ‘roupagem’, pra não ficar irritado com protagonista doido, por exemplo) e o que você lê e se lembra da adolescência numa nostalgia gostosinha.

…E aí eu separo em dois grupos pra dizer que esse aqui tá nos dois. hahahaha
“Havia um quê de tristeza e solidão no desenho; eu me perguntei se era assim que ele via o mundo ou se era assim que ele via meu mundo.”
Explico: se fosse pra descrever esse livro com uma palavra acho que eu descreveria com “doce”. Os personagens tem uma doçura tão grande que deixam nosso coração quentinho durante toda a leitura… e no fim a gente só sente saudade deles. Ao mesmo tempo, todos os problemas e dificuldades da adolescência também aparecem, mostrando sinceramente como é essa época.
O livro tem uma sensibilidade perfeita pro tema. E, mesmo quem não passou por isso, também consegue se identificar com mil outras confusões adolescentes. Dante é disparado meu personagem preferido, eu gostei muito dele! Ari é o típico jovem introvertido que tem auto estima baixa, e você se identifica com ele em vários momentos.
“Naquela tarde, aprendi duas palavras novas. ‘Inescrutável’… e ‘amigo’. As palavras ficam diferentes quando passam a morar dentro de você.”
A leitura? Super leve e rápida. Você nem vê o tempo passar. É um ótimo livro pra se divertir e ficar com um sorriso no rosto ao terminar. Aliás, é bem clichê. Mas é fofo. :)
“Eu não entendia como alguém podia viver em um mundo mau e não absorver um pouco dessa maldade. Como um cara era capaz de viver sem um pouco de maldade?”

Resenha: Quando a noite cai | Carina Rissi


Título: Quando a noite cai
Autora : Carina Rissi
Editora: Verus
Número de páginas:476
Classificação :Nenhum texto alternativo automático disponível.Nenhum texto alternativo automático disponível.

Sinopse:Briana Pinheiro sabe que não é a pessoa mais sortuda do mundo. Sempre que ela está por perto algo vai mal, especialmente no trabalho. Por isso é tão difícil manter um emprego. E a garota realmente precisa de grana, já que a pensão da família não anda nada bem. Mas esse não é o único motivo pelo qual Briana anda perdendo o sono. Quando a noite cai e o sono vem, ela é transportada para terras distantes: um mundo com espadas, castelos e um guerreiro irlandês que teima em lhe roubar os sonhos... e o coração. Depois de ser demitida — pela terceira vez no mês! —, Briana reúne coragem e esperanças e sai em busca de um novo trabalho. É quando Gael O’Connor cruza seu caminho. O irlandês de olhar misterioso e poucas palavras lhe oferece uma vaga em uma de suas empresas. Só tem um probleminha: seu novo chefe é exatamente igual ao guerreiro dos seus sonhos. Enquanto tenta manter a má sorte longe do escritório, Briana acaba por misturar realidade e fantasia e se apaixona pelo belo, irresistível e enigmático Gael. Em uma viagem à Irlanda, a paixão explode e, com ela, o mundo de Briana, pois a garota vai descobrir que seu conto de fadas está em risco — e que talvez nem mesmo o amor verdadeiro seja capaz de triunfar...
                                             Resenha

Eu sou super fã de carteirinha da Carina, ela é a minha escritora favorita de livros nacionais.

Quando a Noite Cai conta a história de Briana Pinheiro, carinhosamente chamada de Bri, uma garota que tem que tem falta de sorte e por causa disso não consegue parar em nenhum emprego. Só que ela não pode se dar ao luxo de não trabalhar, já que ela ajuda nos estudos da sua irmã mais nova e na pensão falida de sua mãe. 

Sempre que a noite cai, Briana é levada pelos sonhos a um mundo medieval, de muitas guerras e para os braços de um guerreiro irlandês. 

Num certo dia, enquanto voltava de uma frustada entrevista de emprego, ela conhece Gael, que é a cópia do guerreiro irlandês que vive em seus sonhos e por quem nutre uma paixão.

O livro todo é em primeira pessoa, então temos só a visão da Briana. Além disso, a história se passa no Brasil.

Gael é um homem misterioso, charmoso e muito bonito, o que faz com que Briana se sinta mais atraída por ele.

Em uma viagem à Irlanda os sentimentos dos personagens estão a flor da pele e é no período em que os sonhos de Briana se tornam mais tensos. É aqui que ela tem que tentar descobrir a relação de seus sonhos com a  sua realidade e lutar para que  seu conto de fadas tenha um final feliz.

Carina Rissi simplesmente arrasou na história do livro e nem preciso dizer que foi minha leitura favorita desse ano até agora, né?! 

Quando a Noite Cai tem muito romance, um pouco de fantasia e momentos que te fazem dar gargalhadas altas.
                                  
                                 Foi impossível largar ele até o final!                

Resenha: A Rebelde do Deserto – Livro 01 | Alwyn Hamilton


Título: A Rebelde do Deserto
Editora: Seguinte
Autor: Alwyn Hamilton
Número de páginas: 288
Classificação: 
Sinopse:
O destino do deserto está nas mãos de Amani Al’Hiza  uma garota feita de fogo e pólvora, com o dedo sempre no gatilho.
O deserto de Miraji é governado por mortais, mas criaturas míticas rondam as áreas mais selvagens e remotas, e há boatos de que, em algum lugar, os djinnis ainda praticam magia. De toda maneira, para os humanos o deserto é um lugar impiedoso, principalmente se você é pobre, órfão ou mulher.
Amani Al’Hiza é as três coisas. Apesar de ser uma atiradora talentosa, dona de uma mira perfeita, ela não consegue escapar da Vila da Poeira, uma cidadezinha isolada que lhe oferece como futuro um casamento forçado e a vida submissa que virá depois dele.
Para Amani, ir embora dali é mais do que um desejo — é uma necessidade. Mas ela nunca imaginou que fugiria galopando num cavalo mágico com o exército do sultão na sua cola, nem que um forasteiro misterioso seria responsável por revelar a ela o deserto que ela achava que conhecia e uma força que ela nem imaginava possuir.



                                                     Resenha


“Você nunca quis algo com tanta força que se tornou mais do que um simples desejo?”


Amani, a Bandida dos Olhos Azuis, sim. E muito!

Após dezesseis anos — quase dezessete, ela diria — imaginando deixar para trás a Vila da Poeira para conquistar sua liberdade, Amani Al’Hiza tem a possibilidade de concretizar seu desejo ao seguir até uma cidade chamada Tiroteio — nome mais do que sugestivo —, vestindo-se de garoto para entrar em uma competição que pode modificar seu futuro ou tornar sua vida ainda pior. É nesta aventura, repleta de pessoas apostando e torcendo para faturarem uma boa quantia em dinheiro, que ela mostra para nós, leitores vorazes, o quão determinada é e também um dos motivos pelos quais é, de fato, A Rebelde do Deserto.

Nesta competição, na qual ninguém quer sair perdendo, podemos conhecer um pouco mais a personagem e também descobrir aquilo que ela faz de melhor: atirar. Assim, a Bandida mostra suas habilidades e acaba atraindo a atenção de um forasteiro mais do que misterioso e tatuado, a Cobra do Oriente, que se torna mais um crush literário para a nossa coleção: Jin. Tão rebelde quanto a protagonista, e apenas alguns anos mais velho do que Amani, ele já a conquista de imediato mesmo que ela não seja uma das garotas mais fáceis de lidar.

É a partir deste encontro, de muitos tiros e uma parceria para lá de louca — e perigosa para ambos — que a Bandida dos Olhos Azuis e a Cobra do Oriente têm suas vidas entrelaçadas (e quando digo isso não é apenas no sentido romântico da coisa, porque esses dois se envolvem em muitas confusões e aventuras, quase sempre juntos, é claro) e que embarcamos nessa trama que mistura um pouco de tudo: aventura, ação, suspense, romance e uns momentos cômicos, estes proporcionados pela personalidade peculiar da protagonista, o que, para mim, é um dos pontos mais importantes da narrativa. Assim, por mais que esta parceria seja improvável, Jin e Amani montam em um buraqi — um cavalo mágico do Oriente — para fugirem do exército do sultão.

Amani Al’Hiza é o tipo de garota que sabe o que quer, inteligente, que luta pelo que acredita e que não sabe controlar a “boca nervosa porque, nem nos momentos de maior tensão, consegue evitar dizer aquilo que pensa, normalmente utilizando seu sarcasmo — o que me fez rir algumas vezes, percebendo o quão bem construída a personagem foi. Há ainda o fato de Amani ser bem madura; ela tem consciência das decisões mais sábias a serem tomadas e questiona as imposições do regime político de seu país, tendo um olhar especial para o modo como as mulheres são subjugadas e como, se ela permanecesse presa à Vila da Poeira sob a tutela dos tios — já que é órfã —, sua vida seguiria os mesmos rumos que os da maioria das mulheres do deserto.

Foi com a Bandida dos Olhos Azuis que consegui captar uma das lições mais bonitas do livro: o quão importante é permanecermos determinados, acreditando que teremos a possibilidade de conquistar aquilo que mais desejamos, mesmo que este desejo mude ao longo do caminho — o que é o caso de Amani. E é isto que ela faz, mesmo com todos os medos, os problemas e os ataques inesperados — acreditem, no meio do livro eu já estava acostumada, sempre pensando que alguém ou algo surgiria inesperadamente. Isso apenas mostra que, se alguém achava que A Rebelde do Deserto seria um livro parado, se enganou. A cada capítulo temos a oportunidade de conhecer os mistérios do deserto, as lendas e a história de um povo que convive com a magia e seres fantásticos (buraqis, rocs, djinnis, demdjis, carniçais...).

Não posso falar muito — embora vocês já tenham percebido o quanto gosto de fazer isso —, pois acabarei soltando milhares de spoilers. Contudo, o que preciso dizer é que enquanto escapa pelo deserto e se envolve em mais confusões, Amani depara-se com uma rebelião que cresce cada vez mais, ganhando adeptos contra as imposições do sultão. É neste momento que ela desvenda o verdadeiro deserto e também descobre um pouco mais sobre si mesma.

Gostei muito do livro e achei a história bem construída, com personagens que encantam especialmente pela garra que possuem. Além disso, a linguagem é fluida e cada capítulo é mais instigante do que o outro. Narrado em primeira pessoa, nele vemos os pontos de vista de Amani Al’Hiza em uma saga que inicia-se nos mostrando as maravilhas do deserto e que nos deixa com gostinho de “quero mais”. Ainda bem que A Rebelde do Deserto é apenas o primeiro livro e que o segundo, já lançado no Brasil com o título A Traidora do Trono, está à venda nas livrarias. Se você gosta de livros que mesclam de tudo um pouco, A Rebelde do Deserto é para você.

Uma nova alvorada um novo deserto para todos nós!

                                      Por : Dayana Jones

Resenha:Meu maior presente | Mila Wander


Título : Meu maior presente
Autora: Mila Wander
Páginas:  352
Editora: Essência 
Classificação:Nenhum texto alternativo automático disponível.

Sinopse:
Lucas – “Não escolhemos o amor, é ele quem nos escolhe. Mas e se essa escolha estiver errada? ”A história de um amor proibido, escrita pela mesma autora do sucesso O Safado do 105 Lucas foi abandonado num orfanato e só aos nove anos de idade ganhou o presente que mais desejava: uma família. Mel nasceu na família perfeita. Seu pai, sua mãe e seu irmão, dez anos mais velho, a amavam. Ela era o xodó dos Carvalho Lemos. O que ninguém esperava era que, na adolescência, Mel começasse a olhar de um jeito diferente para Lucas, seu irmão adotivo, seu protetor, seu motorista de baladas, seu confidente. Ele também a percebeu diferente, a desejou e seu amor fraterno se transformou em outra coisa. Lucas, porém, não podia deixar que esse novo e assustador sentimento arruinasse seu sonho de ser amado por uma família. Mas o que fazer com a vontade de seu coração e seus desejos? Mel, com certeza, sabia o que fazer. Mel – “Só me sinto viva com você. Só me encontro em você. ”


Resenha
Meu maior presente, conta a história do jovem Lucas, que foi abandonado por sua mãe biológica e acaba reunindo um casal depois de pedir ao Papai Noel um pai e uma mãe. Ele não pediu brinquedos, ele apenas queria ser amado e ter uma família a quem amar. Então como grande presente de natal,ele foi adotado por Heloísa e Levi.

Lucas não poderia ter desejado ser adotado por pessoas melhores do que Levi e Heloísa. Eles foram simplesmente sensacionais dando educação e muito amor para o jovem. Logo após sua adoção, Lucas ganha uma irmanzinha e ele deu o nome de Mel. E ele amou aquele ser pequenino com todas as forças e ajudou em sua criação. Ele deu o melhor de si, para ser um bom filho e um bom irmão para Mel.

Lucas e Mel, cresceram como melhores amigos um do outro. O amor fraterno deles dois era a coisa mais linda. Lucas fazia de tudo pela Mel.

A história decorre e Lucas se depara com um grande dilema, quando ele passa a sentir ciumes e desejo pela sua própria irmã.

Mel por outro lado, é uma adolescente que idolatrava seu irmão ela preferia ficar em casa conversando com Lucas, do que sair com suas amigas e ter uma típica vida de adolescente normal. E seu maior dilema é que ela com 16 anos ainda não tinha dado seu primeiro beijo.

Então por um momento impensado ela acaba pedindo a Lucas que a ensine a beijar alegando que ele é a única pessoa na qual ela confia. Lucas perde seu controle diante desse pedido e eles se beijam. O beijo acaba saindo do controle dos dois e Lucas se sente mais culpado ainda. Para escapar de causar tanta decepção a sua família o único recurso que Lucas tem é se mudar para o Canadá. 

Logo, Lucas resolve cortar laços com a Mel, evitando qualquer tipo de contato e vivendo em uma profunda agonia e depressão de saudades da família e principalmente da sua irmã.

Daí já tiramos que nada vai da certo, pois ele passa dois anos longe e ele ainda sente a mesma coisa e por sinal até mais forte pela Mel. Ele decide voltar para o Brasil depois do pedido de seu pai, pois a Mel não era mais a mesma desde a sua partida para o Canadá. A doce Mel, que ele conhecia, já não existia mais, deu lugar a uma mulher rebelde com opiniões fortes e seu objetivo é machucar Lucas a todo custo para ele experimentar a dor que ele lhe causou quando partiu.

Meu maior presente, é uma leitura polêmica, pois querendo ou não o assunto principal é o amor entre irmãos, mesmo eles não sendo irmãos de sangue. É impossível não se apaixonar pelo Lucas, ele possui traumas muito profundos. Acaba sendo impossível não se envolver com o amor dos dois irmãos, mesmo sendo errado e com tudo contra eles. 

Obs.: Essa resenha pode ser encontrada também no Blog Papeletas.

Jogos Maníacos: Suikoden 2

Título: Suikoden 2
Empresa: Konami
Lançamento: 1998
Classificação:
Sinopse:
A história de Suikoden 2 acompanha os dois órfãos, Riou e Nanami, que cresceram juntos na cidade de Kyaro sob os cuidados de mestre Genkaku, um artista marcial com um passado misterioso. Ainda bem pequenos os dois “irmãos” ficam amigos de Jowy Atreides, um garoto tímido de uma família rica da mesma cidade. Eventualmente os três se vêem envolvidos na guerra entre o reino de Highland e a Cidade-Estado de Jowston. A maneira como esta amizade de infância é afetada pela guerra é o foco central do jogo e é conduzida de maneira brilhante e singela, com alguns momentos realmente tocantes.
                                        
                              Resenha

Suikoden 2 é um RPG desenvolvido pela Konami e lançado em 1998 para o Playstation. Sendo colocado no mercado na mesma época de jogos como Final Fantasy VIII, Suikoden 2 acabou sendo ofuscado e não muito jogado na época. Com o passar do tempo acabou criando uma reputação e uma base de fãs fiéis que se viram cativados por essa obra prima esquecida. A leva pequena de CDs no mercado fez com que o jogo se tornasse difícil de encontrar e acabou o transformando em um clássico “Cult”. Com o recém lançamento do jogo na PSN é um bom momento para descobrir se ele ainda é relevante hoje em dia e se consegue se provar para além da sua imagem quase mística.

Da esquerda pra direita: Riou, Nanami e Jowy

O enredo acompanha principalmente a trajetória de três amigos de infância (Riou, Nanami e Jowy) e o envolvimento deles em um conflito militar que toma conta do mundo do jogo. Esta guerra entre Highland e Jowston logo se torna o palco para uma serie de conflitos, traições, intrigas e dramas pessoais envolvendo inúmeros personagens. Os três amigos se vêem envoltos em diversas tramas que demonstram tanto a futilidade e o terror da guerra quanto o quão moralmente cinzenta ela pode ser. Inimigos se tornam aliados, familiares se viram uns contra os outros, preconceitos são quebrados e decisões difíceis são tomadas o tempo todo. Não há espaço para dicotomias simplistas entre Bem e Mal no universo de Suikoden 2, e é bastante animador ver um RPG japonês colocar os seus elementos de fantasia em segundo plano para focar em uma história tão humana e complexa como esta.

Uma característica famosa de toda a série Suikoden são os seus 108 personagens jogáveis (as 108 estrelas do destino, um conceito inspirado por uma lenda chinesa) que são necessários para se obter o melhor final do jogo.  Junte à estes as dezenas de NPCs que são importantes pra história e você tem um número gigantesco de personagens no jogo. Pode-se desconfiar – como eu fiz - que este número exagerado só é possível as custas do desenvolvimento e caracterização dos personagens, mas felizmente este não é o caso. Naturalmente alguns recebem mais atenção do que outros, tendo mais diálogos e participação direta na história – meus favoritos incluem Nanami, os mercenários Flik e Viktor, a garotinha Pilika e o estrategista Shu - mas mesmo os menos desenvolvidos conseguem ser surpreendentemente carismáticos e bem estabelecidos, cada jogador acabará encontrando aqueles favoritos que sempre quer levar na equipe, seja pelo visual, pela história ou pela eficiência no combate. E para os curiosos de plantão (como eu) há um meio de utilizar um espião para descobrir informações sobre o passado de todas as 108 estrelas do destino, uma maneira inteligente e sutil de dar mais desenvolvimento aos personagens que não participam tanto da trama principal.

Alguns dos 108 personagens recrutáveis

Mas é claro que não podia terminar de falar dos personagens sem citar aquele que é um dos vilões mais odiados/amados da história dos games: Luca Blight. Luca é um personagem tão forte que transcende o seu jogo de origem. É comum ouvir falar dele por aí mesmo sem conhecer nada da serie Suikoden já que constantemente ele aparece em discussões ou listas sobre os melhores vilões dos games. O que torna Luca tão sensacional é que ele não é nenhum demônio, semideus ou ultimo sobrevivente de uma raça extinta, ele nada mais é do que um ser humano terrível. Em um jogo onde a maioria dos antagonistas tem motivações pessoais claras e não são totalmente maus, Luca se destaca sendo completamente sádico e violento. Ao mesmo tempo é surpreendente como ele consegue ser “carismático”, exercendo um tipo de fascínio deturpado sobre os jogadores, especialmente depois que mais sobre o passado dele é revelado. É inevitável não se empolgar toda vez que ele aparece na tela, esperando para ver qual o próximo ato imprevisível e terrível que ele vai praticar. É o contraponto perfeito para a amizade dos três protagonistas e um vilão incrível, a batalha final contra ele é épica e intensa ao mesmo tempo em que possui uma beleza trágica e melancólica. Pra mim é o ponto alto de todo o jogo.

Luca Blight é pura crueldade (e puro carisma)

Graficamente o jogo é bonito, mas nada de muito espetacular. Os cenários são bem detalhados e os personagens têm designs bem variados, coloridos e interessantes. O que realmente chama atenção nesse aspecto é a animação dos sprites dos personagens. Em RPGs em duas dimensões geralmente não é esperado que os personagens tenham animações muito complexas, normalmente apenas uma ou outra pose especifica e os movimentos de batalha. Aqui por outro lado foi colocado um cuidado extremo nos mínimos movimentos dos personagens: Um cabelo esvoaçante, um gesto com a mão, uma piscadela, um olhar cabisbaixo. Tudo é cheio de sutilezas e nuanças que deixam o jogo incrivelmente mais vivo e torna os personagens mais cativantes. Remete às animações clássicas da Disney ou da Pixar que também tinham essa atenção aos detalhes das movimentações dos seus personagens. Isso fica especialmente claro nas batalhas, que se tornam deliciosamente vibrantes graças à possibilidade de ver todos os 108 personagens realizando movimentos diversos ou usando magias e habilidades que também tem efeitos bastante impressionantes. 


As animações brilham durante as batalhas

A trilha sonora é incrível e funciona perfeitamente para ilustrar a história desde os seus momentos mais épicos e grandiosos até os mais dramáticos e intimistas. As músicas de batalha são bombásticas com grandes orquestrações e corais, já os temas mais pessoais recorrem muito ao piano e à melodias nostálgicas, que combinam perfeitamente com o tema do jogo da inocência sendo corrompida pela guerra (Eu não consigo ouvir “Reminiscence” e não me emocionar um pouco). Outro aspecto que gosto bastante da trilha sonora é a mistura de elementos musicais japoneses com europeus. Temos as já citadas músicas com orquestras ou pianos, mas ao mesmo tempo algumas trazem flautas, percussões e melodias que remetem claramente a musica tradicional japonesa. Essa junção funciona para criar um universo rico e diverso, acaba sendo comum lembrar-se de uma determinada cidade ou lugar apenas através da música tema.


A jogabilidade é clássica de RPGs japoneses, mas com algumas peculiaridades que tornam o jogo único.  O sistema de batalha é por turnos, mas bastante rápido, fluido e divertido, suportando até 6 personagens de vez no grupo. A estratégia surge através de duas mecânicas principais: O sistema de runas e as habilidades conjuntas. As runas são compradas ou achadas durante o jogo e podem ser equipadas para garantir magias ou habilidades. O legal é que além das magias clássicas que se espera de um RPG japonês, certas runas garantem benefícios e habilidades específicos pra determinado tipo de personagem, como por exemplo, permitir que um arqueiro atinja todos os inimigos com um único ataque (causando menos dano em cada um), impossibilitar que um personagem frágil seja alvo de ataques físicos, dobrar tanto o dano causado quanto recebido por um personagem etc. Além disto, existem algumas runas que são exclusivas de determinado personagem, contribuindo para diversificar o combate e deixar cada personagem único. Junto a isso temos as habilidades conjuntas que são basicamente técnicas especiais que podem ser aplicadas por 2 ou mais personagens ao mesmo tempo.  Esse é um aspecto extremamente divertido do jogo porque essas habilidades são incrivelmente interessantes e bem animadas, indo desde um ataque sincronizado entre espadachins até arqueiros lançando uma barragem de flecha sobre os inimigos ou um casal atacando ao mesmo tempo. Além de contribuir para dar mais carisma aos personagens e estabelecer uma relação entre eles, esse sistema é o principal fator para tentar experimentar todos os 108 personagens ao invés de focar só nos seus favoritos. Essas duas mecânicas elevam o jogo acima do básico do RPG oriental por turnos e garante uma boa dose de customização, estratégia e diversão. Infelizmente o jogo tende a ser um pouco fácil demais, e qualquer um que dedique um tempo razoável pra desenvolver os personagens e as estratégias de batalha não vai encontrar muitos desafios para além das batalhas contra os chefes.

Porém, os mesmos elogios não podem ser dados aos outros sistemas batalhas do jogo (também características da serie suikoden): os duelos e as batalhas entre exércitos. Os duelos são simples jogos estilo “pedra, papel, tesoura” onde o desafio é tentar adivinhar qual opção o adversário vai escolher através dos diálogos antes dos ataques. São legais do ponto de vista da história e também são visualmente muito bem animados (pra variar), mas são tão poucos e tão espaçados que é um elemento quase irrelevante do gameplay. Já as batalhas entre exércitos são um caso mais sério. É um sistema de “tabuleiro” por turnos no estilo Fire Emblem e possuem um bom grau de profundidade e diversas opções de customização e estratégia, eu como fã de RPGs táticos estava empolgado para mergulhar de vez nesse sistema. Mas, infelizmente, elas são terrivelmente mal aproveitadas. Na grande maioria das batalhas ou você não controla todas as unidades ou a própria batalha termina sozinha depois de um número de turnos pré-determinado. Pouquíssimas batalhas envolvem o jogador controlando todas as tropas e tendo que lutar até derrotar os inimigos realmente. Nesses momentos vemos o verdadeiro potencial desse sistema e o quão decepcionante é ele ter sido tão mal aproveitado. Mas se pelo lado da jogabilidade essas batalhas são pouco desenvolvidas, é preciso dar o braço a torcer e reconhecer o quão eficiente elas são para a narrativa do jogo. Realmente cria-se um clima de guerra épica e de grandes batalhas onde os lideres de cada exercito tentam prever os movimentos do inimigo e elaborar estratégias em um duelo intelectual muito empolgante.

Além dos 3 sistemas de batalha, uma outra marca registrada da serie é o desenvolvimento  do seu próprio castelo, que serve como base de operações para as estrelas do destino e para o exercito como um todo. Este é outro aspecto divertidíssimo do game, o castelo começa pequeno e precário e vai se desenvolvendo de acordo com o número de personagens que você recruta e com o desenrolar da história.  Com o tempo ele vai crescendo e passa a abrigar lojas, bibliotecas, fazendas, etc. É incrível como é fácil se apegar ao castelo e se sentir realmente confortável lá, principalmente porque você pode inclusive dar o nome que quiser a ele. Além de servir como uma espécie de quartel general entre as missões que você completa, o castelo ainda é recheado de vários mini-games e atividades que incluem pescaria, escalada, dança, coleção de livros e o melhor de todos: os duelos de culinária. Esse é um jogo ridiculamente divertido onde você ajuda seu chef a “lutar” contra outros chefs que chegam ao castelo para desafiá-lo, preparando receitas e recebendo notas de 0 a 10 dos seus próprios personagens que atuam como juízes.

O jogo consegue criar um vínculo emocional forte entre o jogador e o seu castelo

No final, Suikoden é um clássico que merece ser redescoberto pelas novas gerações. A jogabilidade é sólida o suficiente para ser divertida apesar da facilidade geral do jogo e de alguns elementos mal aproveitados.  A trilha sonora soberba, os personagens cativantes e o enredo incrível elevam o jogo a uma experiência narrativa realmente tocante, intensa e envolvente. Pode ser um pouco complicado descobrir como recrutar as 108 estrelas do destino e como conseguir o melhor dos múltiplos finais do jogo, mas nada que uma pesquisa de leve na internet não resolva. Qualquer amante de um bom RPG ou qualquer um que goste de uma boa história épica, mas muito humana, não pode perder essa jóia.


"Peace is a beautiful thing... even if it comes... at the end of a long, brutal war....."
Jowy Atreides.

Cyborg (2016) Edição 05-07

Estávamos bem atrasados com esta saga mais agora estamos acompanhando os tradutores, desculpem a demora!! Ainda teremos mais postagens e novidades!! Estou priorizando o que ta dando aqui e ta a muito tempo aqui, espero ter tempo para postar tudo que quero!!
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Batman/Sombra (2017)

Informações

Nome: Batman/Sombra (2017)
Editora: DC Comics
Tipo de Série: Mini-Série
Ano de Lançamento: 2017
Total de Edições: 06
Sinopse:
Os dois maiores vigilantes da história são reunidos finalmente! Um assassinato ocorre em Gotham City, e Lamont Cranston parece ser o culpado… mas ele esteve morto por mais de cinquenta anos! Batman irá aos confins da Terra para desvendar o mistério da vida de Cranston, mas o misterioso Sombra fará tudo em seu poder para impedi-lo de aprender muito…
O time de superestrelas dos escritores Scott Snyder e Steve Orlando e o artista Riley Rossmo lhes trazem uma moderna trama noir sombria e cheia de reviravoltas diferente de tudo o que você já viu antes, com um novo vilão diferente de qualquer coisa que os heróis já enfrentaram! Esta é a imperdível série criminal de 2017, então embarque agora! Co-publicado com a Dynamite.
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